sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O ODIO E O DESAPEGO DAS EMOÇÕES




OS DOIS LOBOS






Um índio cherokee grisalho e sábio esta sentado, refletindo sobre a vida, quando seu neto vai se sentar ao lado dele. A criança esta triste por ter perdido um jogo e, com um leve sorriso, o avo lhe diz: 
_ Neste exato momento há uma luta sendo travada dentro de nós. E uma briga entre dois lobos. Um deles representa a raiva, o ressentimento o egoísmo e o desejo de vencer a qualquer custo. O outro representa a compaixão, a modéstia, o respeito, a generosidade e a empatia.
A criança pensou um pouco e então perguntou: 

_ Vovô qual dos lobos ira ganhar?
O avô pensou e respirou fundo antes de responder.
_ Aquele que você alimentar.





ORAÇÃO DA SERENIDADE





A Oração da Serenidade




A Oração da Serenidade foi escrita pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr (21 de junho de 1892, em Wright City, Missouri, EUA - 1 de junho de 1971, em Stockbridge, Massachusetts, EUA) e trabalhava no Union Theological Seminary, nos Estados Unidos da América.






A Oração da Serenidade
como escrita por Reinhold Niebuhr:


"Deus, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença: vivendo um dia a cada vez, aproveitando um momento de cada vez; aceitando as dificuldades como um caminho para a paz; indagando, como fez Jesus, a este mundo pecador, não como eu teria feito; aceitando que Você tornaria tudo correto se eu me submetesse à sua vontade para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida e extremamente feliz com você para sempre no futuro. Amen."





O MONGE, O MAGISTRADO E A SOGRA



 O Monge, o Magistrado e a Sogra





Chin Hui, magistrado distrital, viajou todo o trajeto da província de Honan a Mao Shan, montanha sagrada bem ao sul, para consultar um certo Mestre das Cinco Atividades. “Minha sogra”, declarou de chofre, “é uma megera, sempre mete o nariz em minha vida domestica. Quanto a minha mulher, embora se aborreça com isso a ponto de chorar, acaba tomando o partido da velha, clamando que as leis da devoção filial obrigam-na a aceitar tudo o que a bruxa exige. Como bem pode Vossa Imortalidade imaginar, a casa anda de pernas para o ar. Meus próprios carregadores riem à socapa sempre que nossa vozes se alteram, as quais são bem capazes de espantar as almas dos defuntos, para não falar dos vizinhos do yamen (residência oficial). Se as coisas continuam assim, adeus, sagrada autoridade que recebi do Trono do Dragão! Eis por que vim, para pedir a Vossa Imortalidade uma solução.”

Diante disso o venerável imortal, que a custo sustinha o riso, pediu mais detalhes sobre a respeitadíssima sogra de Sua Senhoria. A velha chamava-se Li, pseudônimo do trigrama I Ching para fogo, e os troncos Celestes e os Ramos Celestes indicados pelo da e hora de seu nascimento também revelava uma preponderância de fogo! Naturalmente, variadas proporções dos outros hsing também existiam, mas não se podia contestar que o fogo era o principal constituinte de sua personalidade e circunstâncias. Em seguida havia o metal, presente em considerável extensão e cuja proporção fora aumentada pela entrada da mulher na família Chin – já que chin quer dizer ouro, o metal dos metais. Quanto às afinidades do próprio Chin Hui, a terra predominava e o metal não ficava muito atrás . O imortal, após meditar no assunto, proclamou que, tendo as duas pessoas uma afinidade secundaria com metal, este hsinghsing devia ser descontado. A maneira de atacar o problema era concentrar-se nas inter-relações entre fogo e terra, sem se descartar as existentes entre outros envolvidos mas dando-lhes importância menor.

“Senhor”, prosseguiu, “o velho dito ‘onde fogo é pleno, terra é queimada’, retrata bem o seu caso. Uma vez que terra necessita de fogo para nascer’, não é de espantar que a velha dirija a vida de Vossa Senhoria. Não obstante, também está escrito que ‘quando terra é plena, fogo morre’. Não deve haver dificuldades para que Vossa Senhoria fortaleça seu complemento do hsing terra. Poderia, por exemplo, usar roupas de baixo amarelas e evitar discussões com a sogra exceto nas horas do boi, dragão, carneiro e cão (isto é, da uma às três e das sete às nove, antes e depois do meio dia), quando terra predomina”.

Acrescentando outras instruções para suprir a cota do hsing terra, o imortal aconselhou seu distinto cliente a não hesita em sovar a velha nas horas mais próprias para tanto. “A hora do cão é ideal. É o momento de fingir perder a cabeça e aplicar-lhe raivosamente golpes com o bambu que os litores de Vossa Senhoria utilizam para desancar os piores criminosos, quando recebem ordens para isso. Seus problemas se devem a um natural bondoso demais. De agora em diante trate de esconder  o coração sensível por trás de um rosto diabólico.”

Chin Hui seguiu essas instruções ao pé da letra, mas sem confiar em resultados; pois a velha a velha se retraiu só até notar que o genro jamis chegaria realmente às vias de fatos num corpo que gerara e nutrira sua esposa. Após essa conclusão, submeteu o pobre homem a uma torrente ainda maior de invectivas e interferências em sua vida domestica. Por fim, as coisas chegaram a um ponto tal que o magistrado Chin teve um acesso de raiva terrível e perdeu a consciência; três dias depois entregara suas almas gêmeas às regiões empíreas.

Sabedor do lamentável desenlace, o Mestre das Cinco Atividades ficou pensativo. Naquela tarde, arengando a seus discípulos observou: “Quando o elemento fogo se enfurece e o elemento terra não apresenta suficiente coesão, pouco resta a fazer, a menos que o indivíduo seja dotado de sabedoria incomum. Um sábio venceria onde Chin falhou, simplesmente porque estava na natureza deste falhar e na do sábio vencer pela aceitação das coisas como são, sem tentar torcê-las. A natureza, vocês descobrirão, toca para diante, quer os homens digam sim ou não”.
“Então” , perguntou um discípulo, “por que estamos aqui a aprender a ciência do wu hsing ?

“Ah, bem”, replicou o Mestre das Cinco Atividades, “ as vezes pode-se dar um empurrãozinho na natureza, quando se sabe como fazê-lo; mas deve ser um empurrãozinho o mais próximo possível da direção que as coisas tomariam de qualquer maneira. O finado magistrado deveria ter tapado os ouvidos e deixado a velha rosnar até cansar-se, e depois observar calmamente: ‘Queira desculpar minha distração. Poderia repetir tudo?’Eis o que se chama ‘extinguir o fogo esgotando o combustível.’”

ORIGEM DO OK

 
 
 
AS POSSÍVEIS ORIGENS DA EXPRESSÃO OK 




Alemã

A etimologia da palavra é muito discutida. Muitos estudiosos acreditam que é uma deformação da expressão All Correct (por "Oll Korrekt"), que quer dizer "tudo está correto", cuja origem provavelmente remonta à expressão Olles kloer do baixo alemão.

Indígena norte-americana

Também se acha que provem de okeh que na língua nativa americana Chocktaw significava "sim".

Grega

Igualmente, alguns opinam que O.K. são as iniciais da expressão grega Ola Kala, que significa "tudo está bem". 

Afro-americana

Outras teorias indicam que OK pode ter uma origem africana e que foi trazida para os EUA pelos escravos provenientes daquele continente, o que deriva da forma de afirmação latina hoc ille ou do occitano oc que significa "sim".

Na Guerra Civil estadunidense

Alguns dizem que pode proceder da Guerra de Secessão já que, quando não havia nenhuma baixa nos campos de batalha, anotava-se 0 killed (nenhum morto), que na sua forma abreviada corresponde a 0K. Este mesmo sistema supostamente foi usado também durante a Guerra do Vietnan, tornando-se sinónimo de uma coisa boa, afinal não havia vítimas no combate.

No nome do 8º presidente dos Estados Unidos

Em 1836 Martin Van Buren, o oitavo presidente dos EUA, assinava com o sobrenome de Old Kinderhook que abreviado seria OK.

Durante a época da escravatura nos EUA

Outra teoria afirma que na época da escravatura nos EUA, quando nos campos de algodão do sul, os escravos apresentavam-se com o seu carregamento diante o capataz, este dava-lhes em francês (muitas regiões do sul dos EUA falavam francês na época) o visto favorável com a expressão "Au quai" que significa "ao cais (de carga)", falado pelos não-franceses como Oll Kway.

Knock Out

Outra teoria diz que provém da negação do termo Knock Out (Nocaute) (K.O., muito visto em jogos de luta e quadrinhos de ação), indicando que não estava tudo bem.

Na denominação do zero absoluto

Devido ao fato de que à temperatura de zero kelvin (zero absoluto), que corresponde a -273,0°C, cuja simbologia é 0 K, as moléculas possuírem grau de agitação mínimo, praticamente sem contato, atrito, houve uma comparação com um estado de tranquilidade.

No soldados americanos

Uma teoria muito escutada é a de que o O.K. vem de um sinal com a mão utilizado pelos soldados norte-americanos, o qual significa que está tudo bem, ou certo. Este sinal lembra um "O" formado com os dedos Polegar e Indicador se encostando nas pontas em forma de círculo, e supostamente forma um "K" com os demais dedos levantados.



 

ETMOLOGIA




 A ETMOLOGIA DOS NOMES DAS CORES




Amarelo
 
Na Antiguidade, pensava-se que a icterícia, uma doença que deixa as crianças amareladas, vinha da bílis, secreção produzida pelo fígado que era chamada “humor amargo”. No latim, amargo era amargus, que no diminutivo virava amarellus, que acabou virando amarelo.

Laranja
 
Quando os árabes resolveram fazer uma “visitinha” à Europa, trouxeram na bagagem a fruta laranja – nárandja, em árabe. De lambuja, acabaram batizando a cor.

Branco
 
Em geral, dizemos que algo bem liso e brilhante é “branquinho”. Os latinos também achavam isso e pegaram o germânico blank, que significa polido, para falar da cor. Aliás, o termo “armas brancas”, usado para facas e punhais, vem daí: branco de polido, reluzente.
Preto
 
O nome da cor preta vem do latim appectoráre, que queria dizer “comprimir contra o peito”. Como assim? É que, com o tempo, o appectorár virou apretar. E, por uma analogia muito criativa, deu no preto, querendo dizer algo denso, espesso, “apertado”.

Azul
 
Foi uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli que batizou a cor azul. Lápis não conta, porque já queria dizer pedra em latim, mas o lazúli veio do árabe lázúrd, nome da rocha azulada. Em latim, o que era pedra continuou pedra, e a cor ficou simplesmente azul.

Marrom
 
A castanha portuguesa, aquela do Natal, chama-se marron, em francês. E foi da cor desse fruto que veio o nosso marrom. Aliás, o marrom-glacê é isso: um doce escuro feito de castanha portuguesa.

Cinza
 
O cinza nasceu daquela massa de pó misturado com brasas que sobra no fim das fogueiras. Por associação, a palavra latina cinisia, que queria dizer cinzas, transformou-se também no nome do tom preto-claro.

Vermelho
 
Antigamente, como ninguém conhecia urucum nem pau-brasil na Europa, o único jeito de fazer tinta vermelha era usar um inseto – hoje chamado de cochonilha – que, esmagado, virava um vermelhão. O nome dessa cor vem do latim vermiculum, vermezinho.

Verde
 
Aqui chegamos a uma das poucas cores que já nasceu cor. O verbo latino vivere significava estar verde, verdejar. Dele é que nasceu a associação do verde com algo que está nascendo, que ainda não está pronto.







CITAS

 
 
 
 
CITAS, OS SENHORES DAS ESTEPES




Os citas habitavam as estepes da Ucrânia, Rússia, que circundam o mar negro e ainda alem dos Urais, território esse conhecido por Cítia, a origem do nome esta ligada a habilidade como arqueiros demonstrado por aquele povo, afirma-se que enquanto existiram contiveram o avanço das hordas hunas e de outros barbaros da Ásia central em direção a Europa, eram conhecidos por sua selvageria, em seus “momentos de laser” atiravam as crianças capturadas de seus inimigos em buracos com lobos famintos, que mantinham ali para essa pratica horrenda, a primeira referencia deles no ocidente nos é dada por Heródoto em sua obra história. Alem de sua ferocidade eram conhecidos também por sua habilidade como ourives, suas peças ganharam fama entre os gregos, seus descendentes foram os Godos, que empurrados por outros barbaros em direção a europa ocidental foram os responsaveis pela queda do Imperio Romano do Ocidente.








Apos suas cerimonias funebres se purificavam numa especie de sauna, onde era queimada canabis sativas.





REPELENTE NATURAL DE MOSQUITO



REPELENTE NATURAL DE MOSQUITO





Espete alguns cravos em um limão partido ao meio, espalhe pela casa, use em media três limões e os espalhe pela casa, afasta o Aedes Aegypti evitando assim o perigo da dengue.  
Eu experimentei, a princípio meio incrédulo, mas funciona mesmo